Entrevistas

SEAT e NOS Primavera Sound: Identidade, personalidade e alegria

Depois de uma parceria estratégica da marca em Barcelona, a SEAT chegou este ano ao NOS Primavera Sound. E trouxe novidades, como um palco com bancadas laterais e um espaço no recinto dedicado à música e à arte urbana. De acordo com Teresa Lameiras, directora de Marketing e Comunicação da SEAT Portugal, este é um festival que vai ao encontro dos valores da marca, por ter identidade e personalidade, e um “enquadramento ímpar”. A parceria vai continuar, pelo menos, por mais um ano.

 

Depois de Barcelona, chegar ao Porto era o que fazia sentido?

Eu acho que foi um fantástico processo natural. Fazia sentido associar a marca, que já estava presente em Barcelona, também ao Porto. Foi o desafio deste ano e estamos muito contentes com esta oportunidade. Sobretudo porque estamos de uma forma bastante activa.

Esta é uma parceria estratégica…

Sim. E estaremos cá, pelo menos, neste e no próximo ano.

Qual o posicionamento da marca no NOS Primavera Sound?

Esta é uma marca que se posiciona na música, na alegria de viver, num estilo de vida próprio, que comunica através de alegria, que tem como pilares o design. Portanto, fazia sentido também associar-se a eventos para pessoas que são sensíveis a determinadas áreas e que também querem usufruir da vida. O Primavera Sound é, sem dúvida, um festival que tem todo este tipo de enquadramento e fazia sentido a marca estar. Procuramos estar sempre de uma forma activa e de uma forma em que as pessoas interajam com os nossos produtos ou pelo menos com experiências de marca. Por isso, temos um palco SEAT, com bancadas onde as pessoas podem assistir de forma diferente aos espectáculos; temos a possibilidade de as pessoas serem DJ, de escolherem músicas que ficaram na sua memória de outras edições do Primavera Sound e de poderem partilhá-las nas suas redes sociais; temos aqui um lounge SEAT, onde a partir das duas da manhã está um DJ, que permite que as pessoas venham conviver e que possam estar um pouco mais com os amigos. E aqui está um painel que foi criado pela Wasted Rita, um mural que é a última parte de cinco que se iniciaram na última edição do Primavera Sound e que mostra precisamente a ligação que a SEAT também tem à arte urbana, a esta forma diferente de comunicar um bocadinho mais arrojada. Artistas de diferentes nacionalidades – Espanha, Itália, França, Alemanha e Inglaterra – fizeram os murais que fazem parte deste conjunto e o sexto foi criado ao longo destes dias pela Wasted Rita, que é uma artista de arte urbana do Porto. Isto reforça também o nosso posicionamento. Já no lançamento do SEAT Ateca, há dois anos, criámos uma parceria com a Solid Dogma e este ano fizemos também uma parceria com o Vhils para desenvolver uma intervenção tendo como inspiração o SEAT Arona, um monovolume que lançámos este ano; intervenção que vamos mostrar quando for inaugurado o Museu de Arte Urbana e Contemporânea de Cascais, que será o primeiro nesta área.

 

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Este é um festival que vai ao encontro dos valores da SEAT?

Perfeitamente, porque é um festival que tem muita identidade e muita personalidade. Diria que não é um festival a que se vai para se ser visto ou para encontrar as pessoas. Aqui vem quem quer mesmo ouvir música, quem quer também usufruir deste espaço, porque tudo está pensado para que as pessoas tenham experiências, pelo bonito que é o Parque da Cidade. Este parque é fabuloso e tem um enquadramento ímpar. Mas também em Barcelona há esta experiência das pessoas se poderem sentar e de conviverem, de estarem integradas entre a arte, a natureza, a música, coisas que tornam a nossa vida mais rica. E a SEAT apela muito a isto, a cada um ser o dono do seu destino, a fazer aquilo em que acredita e a não estar tão condicionado por aquilo que é o paradigma social; portanto, a que cada um se sinta feliz. E nesse sentido estamos muito confortáveis aqui.

 

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Como correu a implementação destas actividades num recinto como este?

Acho que correu muito bem, porque existe por trás uma organização muito experiente e muito profissional, o que realmente é uma segurança enorme. Acho que também nos integrámos muito bem naquele que era o espírito, que era o ‘mood’, e esse é sempre um desafio para as marcas: trazerem valor e integrarem-se de uma forma que faça sentido para quem vem a este tipo de festivais. E eu acho que nós estamos bem. As bancadas acabam por dar um conforto diferente às pessoas, é uma forma de inovarmos. Também comunicamos ali que somos criados em Barcelona, uma cidade que por si só transmite estes valores que a marca tem de design, de qualidade, de desafio, de permanente inovação, porque os nossos produtos têm tudo isso. Estamos num excelente momento de produto, em que registámos nestes meses um crescimento de 28% num mercado que é bastante difícil. Lançámos o Ateca, o Arona, o novo Ibiza – no final deste ano ainda vamos lançar um SUV de sete lugares –, automóveis de muito sucesso, muito ajustados ao mercado português, carregados de tecnologia, ao mesmo tempo que têm de série elementos de segurança e de conforto que muitas vezes não se encontram com esta boa relação preço-qualidade em gamas generalistas como a nossa, mas só em gamas ‘premium’. Portanto, acho que esta combinação também é muito positiva e faz com que o público português encare a SEAT sempre de uma maneira mais positiva e diferente. E nós vimos aqui precisamente para interagir com os simpatizantes da marca, com aqueles que ainda não nos consideraram, com aqueles que são os nossos clientes e com aqueles que queremos que venham a ser os nossos clientes.

 

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Maria João Leite

Tags: Entrevistas, Marcas, Festivais, Eventos, SEAT, NOS Primavera Sound

27-06-2018