Meo Marés: o mesmo ADN numa nova casa em Leça da Palmeira
04-02-2026
# tags: Matosinhos , Festivais , Eventos , Meo Marés Vivas
Este ano, o Meo Marés dá início a um novo capítulo na história do festival e muda-se para Leça da Palmeira, em Matosinhos.
A organização refere, em comunicado, que sem abdicar do ADN que o caracteriza, o festival consolida a sua identidade como Meo Marés e reforça a sua ligação à região norte do país. E depois de mais de uma década, o festival entra numa nova fase, acompanhando a sua própria evolução e as expectativas da comunidade que o acompanha.
A consolidação da marca para Meo Marés (anteriormente Meo Marés Vivas) reflete um processo natural de simplificação que reforça a identidade do festival e a sua capacidade de crescimento e projeção futura, preservando o seu legado, explica a nota de imprensa.
A organização adianta que a mudança para Matosinhos cria condições reforçadas para o público, artistas e parceiros, garantindo acessos mais eficientes, maior acessibilidade e uma experiência mais inclusiva.
Os pilares essenciais do festival (música, cultura, inovação tecnológica, inclusão e sustentabilidade) mantêm-se na edição deste ano, que vai contar com várias novidades: melhorias no recinto, novas experiências, ativações com as marcas e ainda uma nova vertente: a da arte.
A nova localização possibilita ainda reforçar a ligação ao território, ao mar e à mobilidade, bem como à oferta turística e cultural da região, integrando o festival na dinâmica urbana e na vida cultural de Matosinhos, com condições que promovem conforto, proximidade e inclusão, acrescenta o comunicado.
A organização anuncia também o primeiro nome do cartaz: a banda portuguesa Da Weasel, com orquestra e sob direção do maestro Rui Massena. Entretanto serão anunciados novos nomes para o festival, que se realiza de 17 a 19 de julho.
