Opinião

O suspense durou quase até ao fim. Mas o resultado não podia ter sido mais extraordinário. A chuva, o caudal de água do rio, o vento, tudo fazia parte das nossa preocupações.

O primeiro evento em que fiz consultoria presencial foi a Abertura da Porto 2001 ‑ Capital Europeia da Cultura. Era um evento ao mais alto nível, com a presença de dois chefes de Estado, além de muitas autoridades nacionais e estrangeiras.

O mês de março chegou e, apesar do pré‑aviso, que todos nos recusamos a ouvir, o país fechou.

A terceira guerra mundial começou. O inimigo não é outra nação humana, mas sim um exército invisível que se chama Covid‑19.

Quando aceitei o convite da Event Point para ser o editor convidado desta edição de abril nenhum de nós poderia imaginar o desafio que estaríamos a enfrentar no momento em que esta edição é publicada.

No período da pandemia, teremos uma fase a seguir à que vivemos, em que as marcas irão recomeçar a comunicar.

Assim que percebeu as implicações económicas incrivelmente prejudiciais da COVID-19, o setor de reuniões e eventos do Reino Unido entregou uma petição ao governo para prestar assistência económica ao setor.

A quase totalidade dos noivos prevê adiar o casamento.

Acredito que o teletrabalho vai ganhar espaço nas formas de colaboração no futuro.