Opinião

O turismo tem conhecido uma evolução notável ao longo dos últimos anos, tendo sido um dos motores da economia após a crise financeira de 2008 que tanto afetou Portugal.

No início de setembro a IAPCO, em conjunto com 11 associações nacionais de PCOs, lançou a The PCO Perspective – an Advocacy Guide, documento alicerçado no Manifesto Global do JMIC para a indústria dos eventos.

Tem nome de festival, mas nunca foi anunciado. Tem escala global, mas não sabemos quem é o organizador, nem tão pouco o que esperar deste cartaz. Chama‑se Covid‑19 e veio para ficar.

Nestes tempos tão conturbados e não desejados que estamos a viver e, acima de tudo, tão incertos, uma certeza temos, porém: o Protocolo não vai morrer.

Apesar dos impactos terríveis do coronavirus na meetings industry, há um lado bom.

Neste período tão cheio de incertezas e com dados contraditórios vindos das mais altas autoridades, todos os setores económicos se interrogam e poucos são os que podem estabelecer um plano a curto prazo, quanto mais a longo prazo.

A resposta a esta questão é a resposta que todos procuram, mas existe algo que me parece incontornável, o futuro dos eventos será presencial.

Onde se fala de um setor alargado, de união, e de retoma.

A importância destes eventos na criação de um segmento do turismo.

O suspense durou quase até ao fim. Mas o resultado não podia ter sido mais extraordinário. A chuva, o caudal de água do rio, o vento, tudo fazia parte das nossa preocupações.