Opinião

Quase três décadas se passaram desde o último dia do meu curso de turismo no I.S.L.A. com uma licença oficial de Guia Intérprete na mão, mantida segura ‘just in case’ e com uma forte vontade de criar, aprender, sentir, partilhar, e todos os projectos eram como transformar um sonho em realidade, independentemente de alguns pesadelos ao longo do caminho.

Dizer que eventos são importantes acções de relacionamento, que reuniões, congressos e incentivos devem fazer parte da estratégia de comunicação e de crescimento de marcas ou de qualquer organização que tenha ambições comerciais ou colaborativas, é chover no molhado.

Ninguém sobrevive, na área de organização de eventos, sem uma enorme paixão por esta área.

Para prepararmos um grande petisco é aconselhável começar com uma boa receita.

Portugal foi eleito recentemente, e pela segunda vez consecutiva, como o melhor destino europeu pelos World Travel Awards.

Na recta final da preparação dos Best Event Awards (BEA) World 2018 importa uma reflexão do percurso percorrido…

Num pequeno ou grande evento, o papel do anfitrião é decisivo.

Quando nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2014, a organização usou por duas vezes uma bandeira da China com erros no seu desenho, isso obrigou a um pedido desculpas formal.

Quando se passa mais da metade da nossa vida a trabalhar no sector de turismo, 36 no meu caso concreto, e desses mais de 15 na área de congressos, reuniões e eventos, quase sem darmos conta, desenvolvemos alguns mecanismos que permitem uma percepção e um faro para este negócio que antes não poderíamos adivinhar que viríamos a ter.

Opinião de José Saleiro, vice-presidente da APECATE