Entrevistas

Primeiro Congresso Mundial de Acupuntura será em Cascais

O primeiro Congresso Mundial de Acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa realiza-se a 9 e 10 de Novembro, no Centro de Congressos do Estoril, e estivemos à conversa com o mentor Rogério Costa.

Poderia falar-nos deste projecto do Congresso de Acupuntura e qual a razão de escolheram Cascais para esta primeira edição?

Este é um congresso que já tenho idealizado há mais de 15 anos. Achei que Portugal não podia passar ao lado daquilo que acontece em pleno século XXI do ponto de vista da acupuntura e da medicina chinesa. A região tem óptimas condições para receber este que é um congresso mundial, o Centro de Congressos do Estoril pode albergar bastantes pessoas, tem belas condições, desde o estacionamento, até ao grande auditório e depois salas modelares e multiusos a que nós queremos dar uso. Vamos ter duas temáticas fundamentais, uma académica, e outra mais vocacionada para o público.

Portanto uma parte do evento é aberta ao público em geral…

Uma parte do evento vai ser aberta ao público, onde as pessoas poderão ter contacto com workshops na área da acupuntura e da medicina chinesa de prevenção. É uma novidade e a World Federation ficou entusiasmadíssima com o nosso congresso e a forma como ele está a ser projectado, porque de facto não é muito normal que as pessoas possam ter um acesso reservado para experienciar as terapêuticas relativamente à acupuntura e medicina chinesa e que possam também saber informações acerca de saúde e de prevenção.

Quantos participantes esperam?

Estamos à espera de mil participantes, nacionais e internacionais. Temos neste momento 25 oradores internacionais, dos Estados Unidos à China, passando pela Áustria e Alemanha. Somos apoiados pelas grandes instituições europeias e mundiais ligadas à acupuntura e medicina chinesa, e depois em termos nacionais, as entidades académicas, os profissionais, etc. Temos aqui um espectro bastante grande de apoio e vai ser o maior congresso realizado em Portugal.

Quais têm sido os principais desafios de organizar o evento, enquanto cliente?

Um dos principais desafios tem a ver com o facto de ser o primeiro evento e o primeiro é sempre complicado. Estamos aqui a lapidar um grande diamante, do meu ponto de vista, e estamos aqui a marcar um território que está por explorar, por um lado. Por outro lado, as pessoas ficam um bocadinho na expectativa de como é que as coisas vão correr. Penso que temos todas as condições, temos pessoas bastante experientes no sector de congressos e organização de eventos.

Sentiu necessidade de contar com pessoas da área dos eventos?

Claro que sim. Pessoas que têm experiência nessa área. Eu como especialista tenho a minha componente académica, mas obviamente que há pessoas que são experts na construção e elaboração dos projectos em termos de eventos. Cada coisa no seu lugar.

Tem sido desafiante encontrar patrocinadores para o evento?

Aqui temos o desafio de ser a primeira vez, e as pessoas estão um bocadinho na expectativa de perceber se temos essa capacidade para realizar ou não este grande evento. Mas penso que é uma oportunidade única.

 

 

 

 

 

Tags: Congressos, Cascais

17-04-2019