QSP Summit 2026: “Um espaço feito de e para pensadores”

Entrevista

05-06-2026

# tags: Liderança , Eventos , QSP Summit , Empresas

Com o tema ‘Leading the Future Economy’, a próxima edição do QSP Summit decorre de 30 de junho a 2 de julho, em Matosinhos e no Porto.

Três dias de “conteúdos muito relevantes, com alguns dos mais reconhecidos especialistas e líderes internacionais, uma forte componente de inspiração e reflexão estratégica” e uma “experiência diferenciadora de networking, partilha e contacto com diferentes perspetivas e setores de atividade” é o que se pode esperar da próxima edição do evento, garante Rui Ribeiro, CEO e fundador do QSP e QSP Summit.

De acordo com o responsável, esta edição reforça o posicionamento internacional do evento, que traz “o melhor dos conteúdos e pensadores ao Porto e a Portugal”, posicionando o país “no centro do debate internacional sobre gestão, marketing, transformação económica e liderança”.


O tema desta edição é ‘Leading the Future Economy’. A aceleração tecnológica, a inteligência artificial, a redefinição dos modelos de liderança e a crescente exigência de adaptação das organizações perante os atuais desafios impulsionam “um momento de transformação profunda”. Rui Ribeiro entende que “a economia do futuro será cada vez mais orientada pela capacidade de adaptação, inovação e liderança face às constantes mudanças e adversidades do mercado”.

“Ao mesmo tempo, estamos a assistir a uma mudança de paradigma na forma como as empresas criam valor. Hoje, não basta crescer – é necessário crescer com propósito, agilidade e impacto”, refere, acrescentando que as organizações que conseguirem liderar esta nova economia vão ser “aquelas capazes de antecipar tendências, dotar-se das ferramentas certas para responder às exigências do mercado e colocar as pessoas no centro da transformação”. E é aqui que o QSP Summit entra, “ajudando empresas e profissionais a procurar respostas para os desafios desta nova economia”.

Um programa que reflete o presente e ajuda a antecipar o futuro


Para a construção de um programa capaz de acompanhar um contexto económico e empresarial em permanente transformação é preciso estar continuamente atento ao mercado, às tendências globais e às preocupações reais dos decisores e das empresas, ao longo de todo o ano, e procurar “os melhores especialistas e pensadores que, com o seu know-how, consigam dar resposta e trazer diferentes perspetivas e inspiração ao público”.

“O objetivo é criar um programa que não apenas reflita o presente, mas que ajude também os participantes a antecipar o futuro e a preparar decisões mais conscientes e sustentáveis não só no curto, mas também a médio-longo prazo”, explica o responsável.

A capacidade de adaptação é hoje uma preocupação transversal, dado o contexto de “incerteza, mudança acelerada e enorme pressão competitiva”. Assim, entre os tópicos a abordar nesta 19.ª edição do evento estão a liderança, inteligência artificial, estratégia, tendências, marketing, comportamento económico e geoestratégia – questões que “assumem hoje um papel central nas decisões das organizações”.


“Ao mesmo tempo, procuramos também promover a reflexão sobre temas que acompanham sempre o mercado, como a gestão de talento, a transformação cultural das organizações, o turismo, a internacionalização, a necessidade de inovação contínua, e também temas de desenvolvimento pessoal que cada vez impactam mais os líderes e as equipas. Estes são desafios transversais a diferentes setores e determinantes para as empresas”, aponta.

O evento posiciona-se também como uma experiência de networking e partilha. Rui Ribeiro lembra o contexto atual cada vez mais digital e acelerado e frisa que são estes encontros presenciais que “fazem a verdadeira diferença”.

“É essa proximidade, partilha e contacto humano que fazem do QSP Summit o ponto de encontro para líderes, gestores e pensadores de diferentes áreas e geografias. Procuramos ser uma plataforma capaz de reunir diferentes perspetivas, experiências e setores num ambiente propício à troca de ideias e à construção de novas relações. Muitas vezes, são estas conversas e conexões que acabam por gerar os maiores impactos depois do evento, e deixa-nos totalmente realizados perceber o valor que isso cria para quem participa”, sublinha.

Expectativas para a próxima edição são “muito elevadas”


Rui Ribeiro considera ser “extremamente gratificante ver líderes, equipas e organizações saírem do evento com novas ideias, novas perspetivas e uma vontade renovada de transformar os seus negócios e projetos”. Por isso, o evento sempre teve como missão “trazer os melhores oradores e especialistas do mundo e vozes diferentes ao Porto e a Portugal”. Esse é o foco, todos os anos, e o responsável acredita que o evento está “a conseguir dar resposta às maiores questões que os profissionais e empresas atualmente enfrentam”.

Além disso, continua, “existe sempre uma energia muito especial quando reunimos milhares de participantes em torno das maiores marcas de renome nacional e internacional, da inovação, partilha e experiência. O QSP Summit é, acima de tudo, um espaço feito de e para pensadores”.

A pressão aumenta todos os anos e, para a próxima edição, as expectativas são “muito elevadas”, já que a organização pretende fazer desta uma edição marcante, quer pela qualidade dos conteúdos e dos oradores, quer pela experiência proporcionada aos participantes.


“O reconhecimento internacional tem sido um dos novos focos estratégicos de aposta do evento, e queremos reforçar a presença de oradores e participantes de diferentes geografias, promovendo uma maior diversidade de perspetivas e elevando ainda mais a relevância global do QSP Summit. Ao mesmo tempo, queremos continuar a inovar na forma como entregamos conteúdo e experiência, garantindo que cada edição não é apenas maior, mas sobretudo mais relevante, mais impactante e mais transformadora para quem nos acompanha”, afirma.

No final dos três dias de evento, Rui Ribeiro gostaria que os participantes saíssem “mais preparados para enfrentar os desafios do futuro, mas também mais inspirados para agir. Que levassem consigo novas ideias, ferramentas práticas, contactos relevantes e, sobretudo, uma visão mais ampla sobre aquilo que podem fazer com as suas organizações e as suas carreiras”.

“Se conseguirmos despertar reflexão, estimular mudança, potenciar conexões e gerar impacto positivo nas decisões que são tomadas depois do evento, estaremos a cumprir verdadeiramente o propósito do QSP Summit”, conclui.

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© Maria João Leite Redação